terça-feira, 1 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Aprendizagem e Formação em rede

Quando se fala de aprendizagem em rede ou em grupo, podemos dividi-la em três tipos de APRENDIZAGEM colectiva; assim sendo temos a formação em REDE, em comunidade e em equipa. A aprendizagem em comunidade constitui um meio eficaz não só de estimular os processos de aprendizagem colectiva, mas também a possibilidade de partilhar essa mesma aquisição de conhecimentos.
Na minha opinião, os trabalhadores estão cada vez mais satisfeitos pelo facto das TIC lhes possibilitarem um maior contacto com a informação e de poderem partilhar os seus conhecimentos. Para além disso estas permitem uma formação em rede, contudo devem prestar especial atenção ao facto de este género de aprendizagem e formação estarem ligadas a uma formação em grupo; logo devem coordenar e estruturar a formação em rede.
Este tipo de aprendizagem não só promove a intercomunicação, como também desenvolve competências sociais e culturais. Ou seja, hoje em dia nas escolas e em muitos outros locias de trabalho é frequente as pessoas discutirem, partilharem e negociarem os conhecimentos através de redes informatizadas. Como é lógico, isto evidencia a natureza social da FORMAÇÃO.
- Processos/Resultados individuais: aprendizagem individual
Processos individuais de aprendizagem com resultados colectivos
- Processos/Resultados colectivos: aprendizagem em interacção social
Aprendizagem colectiva
A INTERNET é o novo espaço de aprendizagem e formação para professores. Assim, a aprendizagem é uma metamorfose permanente, na qual se respeita a identidade cognitiva do sujeito e a construção/produção do seu conhecimento como acto criativo e colectivo. A inserção numa nova cultura tecnológica implica um domínio de uma nova linguagem, que engloba uma mistura de som, imagem e das palavras (Babin & Kouloumdjian, 1989).
- Webgincana: modelo educacional do uso da INTERNET.
- WebQuest: em geral elaborada pelos professores e resolvidsa pelos alunos - propõe sempre uma tarefa e a recolha de informação.
- Sherlock: software educacional que possibilita o desenvolvimento de actividades onde tem de se descobrir as palavras escondidas.
- Vídeo interactivo
- Audioteca: arquivos em formato de áudio, que podem ser apresentados em sala de aula.
- Apresentação: é um recurso que permite transformar conteúdos usando softwares como o PowerPoint.
- História em Quadradinho: pequena história com personagens normalmente esteriotipadas.
Nestes endereços, abaixo indicados, podes ler e ficar a conhecer mais sobre Aprendizagem e formação em rede:
http://www.trainingvillage.gr/etv/Upload/Information_resources/Bookshop/324/27_pt_delaat.pdf
http://www.lynn.pro.br/pdf/art_sempes.pdf
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/nfa/tetxt2.htm
http://www.cinted.ufrgs.br/renote/nov2004/artigos/r1_investigando_potencialidades.pdf
http://www.url.edu.gt/sitios/tice/docs/trabalhos/232.pdf
http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/374/37413107.pdf
http://168.96.200.17/ar/libros/anped/1602P.PDF
- tânia mofreita nº19070
Bill Gates aposenta-se da Microsoft depois de 33 anos de histórias

Bill Gates, 52, deixou oficialmente o dia-a-dia da Microsoft na sexta-feira (27 de Junho) para se dedicar mais à fundação Bill e Melinda Gates, criada com sua mulher em 2000. Apesar dessa mudança, os especialistas não acreditam que o afastamento de Gates terá um grande impacto na empresa de software. Bill Gates continuará como presidente do conselho administrativo da empresa. Para isso, uma vez por semana voltará à sede da Microsoft, em Redmond (Washington, EUA). Com 8,7% das acções, Bill Gates vai continuar a ser o maior accionista da Microsoft. A participação vale mais de 14,5 mil milhões de euros e faz dele o terceiro homem mais rico do mundo.
Bill Gates e a Microsoft foram vitais na revolução informática das últimas três décadas. O sistema operativo Windows permitiu que os computadores tivessem passado de uma máquina complexa, usada por poucos, para um objecto relativamente fácil de operar e usado por muitos.
- tânia mofreita nº19070
domingo, 22 de junho de 2008

Os computadores e as TIC em geral representam uma oportunidade de melhoria dos processos de ensino-aprendizagem. Neste contexto e integrado na iniciativa nacional e-U Campus Virtual, as instituições de Ensino Superior portuguesas levaram a cabo projectos de desenvolvimento de plataformas de e-Learning, promovendo a formação ministrada com recurso a suportes digitais.
A Rede e-U é uma iniciativa lançada pelo Governo que envolve Serviços, Conteúdos, Aplicações e Rede de Comunicações Móveis (dentro e fora das Instituições de Ensino Superior). Neste contexto, os conteúdos são de suma importância para promover a partilha do conhecimento e de experiências práticas entre os alunos e docentes das Instituições de Ensino Superior aderentes à rede e-U. É natural que com o avanço tecnológico e com os estudos e pesquisas realizados, possamos oferecer uma série de novos serviços que têm sempre em foco meios mais eficientes de acesso à informação.
Diante deste cenário, o objectivo deste documento é a implementação na rede e-U de uma infra-estrutura de autenticação e autorização, conhecida por AAI (Authentication and Authorization Infrastructure), para acesso a todas as plataformas de e-learning das ©FCCN 7
Instituições aderentes, possibilitando assim o intercâmbio de informações e a capacitação de todo os seus utilizadores.
Tipos de plataformas e-learning:
- moodle
- blackboard
- WrbCT
- meticube
- Teleformar
Nestes endereços podes visualizar e conhecer mais sore plataformas:
http://www.odisseia.univ-ab.pt/e-learning/
http://www.fccn.pt/eci/doc_eci10/Fed_e-L.pdf
http://www.switch.ch/aai
http://www.adlnet.org/
http://moodle.org/
http://www.inf.puc-rio.br/~brunoos/papers/AuthSBRC2005.pdf
http://www.ifla.org/IV/ifla70/papers/055s_trans-Afifi.pdf
http://shibboleth.internet2.edu//
http://www.incommfederation.org/index.cfm
http://middleware.internet2.edu/
Tânia Mofreita nº19070
terça-feira, 17 de junho de 2008
Plataformas de e-Learning

Um exemplo de plataformas de e-learning é o moodle. Este significa Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment.
Foi criado em 2001 por Martin Dougiamas. É um Sistema de Gestão de aprendizagem e de trabalho colaborativo, acessível através da Internet ou de uma rede local.
Permite a criação de cursos on-line, páginas de disciplinas, grupos de trabalho e comunidades de
aprendizagem. Utilizado principalmente num contexto de E-Learning ou B-Learning e está disponível em 75 línguas diferentes.
É um software intuitivo e fácil de utilização, que tanto pode dar origem ao site de um único professor, como ao site de uma universidade com número elevado ou não de alunos, é modular, ambiente de aprendizagem, orientado por objectos e dinâmico.
Ambientes virtuais de aprendizagem
Ambientes Virtuais de Aprendizagem são softwares desenvolvidos para auxiliar a promoção de ensino/aprendizagem virtual ou semi-presencial.
Ambientes Virtuais de Aprendizagem (Virtual Learning Environments) podem receber uma diversidade de denominações como Ambientes de Aprendizagem Online, Sistemas de Gerenciamento de Educação a Distância, Ambientes de Aprendizagem Colaborativos. Segundo Schlemmer e Fagundes (2001), esses ambientes são sistemas que sintetizam a funcionalidade de software para comunicação mediada por computador (CMC) e métodos de entrega de material de cursos online.
Os professores podem disponiblizar recursos e informações acerca dos conteudos abordados nas salas de aula. Estes ambientes permitem integrar múltiplas mídias, linguagens e recursos, apresentar informações de maneira organizada, desenvolver interações entre pessoas e objectos de conhecimento, elaborar e socializar produções para atingir determinados objetivos. São consideradas ferramentas para educação à distância.
Exemplos de ambientes virtuais de aprendizagem:
Tânia Teixeira nº 19071



